07/2016
Danielle Cristina apresenta capa de seu novo álbum
A cantora Danielle Cristina anunciou o resultado da enquete para
definir a capa de seu novo álbum, e a opção escolhida pelo público foi a
nº 2.
A enquete realizada nas redes sociais pela gravadora Central Gospel
Music mobilizou os fãs da cantora, e a opção vencedora recebeu por volta
de 500 votos no total, somando Facebook e Instagram.
O álbum “Um Novo Tempo” deverá ser lançado em breve, com seu
repertório de dez canções em estilo pop pentecostal. A produção musical é
assinada por Tadeu Chuff.
De acordo com informações da gravadora “o CD já será encaminhado para
a fábrica nos próximos dias e a expectativa é que em breve todos possam
ouvir e serem abençoados com suas lindas canções”.
Fonte: Gospel +
Desde o dia 6 de junho os muçulmanos participam do Ramadã, um
período sagrado de jejum que dura 30 dias. Na Nigéria, um cristão não
participou do jejum e, por este motivo, foi violentado.
A resposta não agradou os extremistas que começaram a espancar a vítima. A denúncia afirma que um deles estava com uma faca, o que ocasionou feridas graves em várias partes do corpo do homem, inclusive no pescoço.
“Muitos vieram rapidamente me socorrer, mas também muitos ficaram de longe, só olhando”, relatou a vítima. Emmanuel foi socorrido e se recupera dos ferimentos. No hospital, ele recebeu um dos colaboradores da Portas Abertas e recebeu uma mensagem de encorajamento para não desistir da fé em Cristo.
“Eu sou muito grato por essa visita, pelo amor cristão, pela ajuda e, principalmente, pela palavra que renovou minha fé para seguir em frente com Jesus. É bom quando encontramos algum irmão para nos amparar nas horas difíceis. Que o Senhor continue abençoando esse ministério que tem apoiado os cristãos perseguidos aqui na Nigéria”, afirmou ele.
1/07/2016 - 11:00
Cristão é espancado por não jejuar durante o Ramadã
Cerca de seis jovens extremistas o feriram, um deles estava com uma faca
por
Leiliane Roberta Lopes
Cristão é espancado por não jejuar durante o Ramadã
A vítima, segundo o ministério Portas Abertas, é Emmanuel Francis, 41
anos, que foi atacado por um grupo de jovens muçulmanos logo no início
das comemorações do Ramadã.
O cristão estava em um restaurante em Kakuri, subúrbio de Kaduna,
quando foi abordado pelos jovens por estar almoçando. “Quando me sentei
para comer, seis jovens muçulmanos se aproximaram e perguntaram por que
eu não estava de jejum. Eu não queria responder, mas eles questionaram
se eu era muçulmano ou infiel, então eu disse a eles que era um
cristão”, relatou.A resposta não agradou os extremistas que começaram a espancar a vítima. A denúncia afirma que um deles estava com uma faca, o que ocasionou feridas graves em várias partes do corpo do homem, inclusive no pescoço.
“Muitos vieram rapidamente me socorrer, mas também muitos ficaram de longe, só olhando”, relatou a vítima. Emmanuel foi socorrido e se recupera dos ferimentos. No hospital, ele recebeu um dos colaboradores da Portas Abertas e recebeu uma mensagem de encorajamento para não desistir da fé em Cristo.
“Eu sou muito grato por essa visita, pelo amor cristão, pela ajuda e, principalmente, pela palavra que renovou minha fé para seguir em frente com Jesus. É bom quando encontramos algum irmão para nos amparar nas horas difíceis. Que o Senhor continue abençoando esse ministério que tem apoiado os cristãos perseguidos aqui na Nigéria”, afirmou ele.
A Nigéria está posicionada em 12º lugar na atual Classificação da
Perseguição Religiosa. Vale lembrar que no país há os ataques do grupo
Boko Haram que tentam implantar a sharia. Os relatos de violência contra
cristãos incluem violência física, mortes e violência sexual contra
mulheres.
Fonte: Gospel Prime
01/07/2016
01/07/2016
Cocaína: América Latina é a região onde mais cresce o consumo da droga
O consumo de cocaína no Cone Sul disparou mais do que em qualquer outra parte do mundo
Antes considerada uma droga para ricos, a
cocaína hoje é usada em favelas de São Paulo, bares de Montevidéu ou
universidades de Bogotá.
A droga e seus derivados estão em
setores de baixo nível socioeconômico, classes médias, entre jovens e
adultos, universitários e homens de negócios.
O consumo de cocaína na América do Sul supera em quatro vezes a média mundial.
E não fica só nisso. O Cone Sul desbancou a Europa como a segunda região com mais usuários, atrás apenas da América do Norte.
Os dados aparecem em relatório divulgado nesta semana pelo UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime)
O mesmo relatório aponta que o consumo
de cocaína no Cone Sul disparou mais do que em qualquer outra parte do
mundo entre 2009 e 2015, e que sua porcentagem de usuários se aproxima
cada vez mais do índice dos Estados Unidos.
A América do Sul não é mais a região que
apenas abastece os mercados de cocaína de América do Norte, Europa e
Ásia. Tem seu próprio mercado e o número de consumidores avança
rapidamente.
E de modo mais veloz do que o resto do mundo, aponta o informe do UNODC.
Dimensão do crescimento
Enquanto
1,6% da população da América do Norte experimentou ou usou cocaína no
último ano, o índice chegou a 1,5% na América do Sul.
A média mundial é 0,4%.
Segundo Angela Me, chefe de
investigações e análise de tendências do UNODC e principal autora do
estudo, diferentes fatores explicam a alta no uso de cocaína na América
do Sul.
“Além do aumento na renda em toda a
região, a cocaína agora tem um mercado maior. A cocaína costumava ser
uma droga para gente rica, mas agora temos países como o Brasil onde a
droga se usa em outras camadas da sociedade”, disse a pesquisadora à BBC
Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Outro elemento, diz Angela Me, é o aumento no número de consumidores esporádicos, que não usam a droga regularmente.
“Por isso há um incremento na quantidade de consumidores, mas não tanto no volume de cocaína usada”, diz.
Na avaliação do pesquisador Ricardo
Soberón, ex-chefe antidrogas do Peru, o relatório mostra como a produção
da folha de coca e da cocaína cresceram na esteira do aparecimento de
novos mercados.
“Isso está levando a um problema complexo de ordem global”, afirmou Soberón.
Por que tantos novos consumidores?
Ranking do consumo na América Latina Fonte: Relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)
O Uruguai encabeça a lista de países sul-americanos com maior número de consumidores.
Sua porcentagem (1,8%) supera a da América do Norte (México, Canadá e EUA, 1,6%), embora ainda esteja abaixo da dos EUA (2,1%).
Apreensão de cocaína na Bolívia: mercado sul-americano se multiplicou e produção circula mais entre países da região
O jornalista Guillermo Garat, autor do
livro “Maconha e outras ervas: proibição, regulação e uso de drogas no
Uruguai”, ressalta, sobre o líder de consumo na região, que o Uruguai
tem renda per capita alta em comparação com outros países do continente.
“A cocaína é muito barata (de US$ 11 a US$ 15 o grama) e praticamente não mudou de preço desde o ano 2000″, diz Garat.
O jornalista lembra ainda que na região a cocaína costuma estar “disponível 24 horas, mediante apenas uma chamada telefônica”.
“A cocaína também está territorializada.
Há bares em todas as camadas da sociedade onde sempre há traficantes. É
muito provável que um usuário de drogas ou um amigo tenha o telefone de
um traficante”.
Segundo Angela Me, o relatório mostra que o consumo de drogas cresceu em geral no Uruguai, e não se trata apenas de cocaína.
Sobre o Brasil, a pesquisadora diz que é
preciso considerar o índice alto de consumo de derivados da cocaína de
baixa qualidade, como o crack e outras substâncias feitas a partir de
resíduos da pasta-base.
Situação semelhante ocorre na Argentina e no Chile.
Com a disponibilidade de substâncias de baixa qualidade e preço, o número de consumidores e de viciados sobe.
Nos últimos dois anos, países como
Bolívia e Peru redobraram esforços para conter o corredor aéreo de
tráfico de cocaína que conecta seus países ao Brasil, maior mercado da
região.
Autoridades bolivianas e peruanas
chegaram a apontar que até 20 aviões de pequeno porte por dia realizavam
os chamados “narcovoos” ao Brasil.
Alternativas
O UNODC defende a necessidade de novas
políticas públicas para enfrentar esse aumento no número de usuários de
cocaína na região.
“O primeiro a se fazer é prevenção.
Trabalhar com famílias e nas escolas. Criar programas específicos
focados na população jovem para prevenir o consumo de drogas”, diz
Angela Me.
A integrante do UNODC diz ainda que os
países precisam pensar políticas para os consumidores de drogas, com
ações de tratamento para conter consequências pessoais e sociais do uso.
Contudo, os próprios países
sul-americanos questionam a baixa efetividade da comunidade
internacional para mudar as políticas públicas nessa área.
Governos de países como Bolívia, México,
Uruguai e Guatemala apresentaram posicionamentos críticos na última
sessão especial da ONU sobre drogas, em abril.
Disseram considerar, por exemplo, que
declarações da ONU não avançam de fato rumo a uma mudança real de
paradigma na luta contra as drogas, e propuseram novas medidas em
relação á regulação e legalização de substâncias controladas.
Verdade Gospel.
