Final de semana tem Arena Jovem e palestras do Bispo Robson Rodovalho
Final de semana chegou e não sabe o que fazer? Nós temos ótimas opções para você. O Arena Jovem é uma ótima! O culto acontece sempre aos sábados, em uma igreja Sara Nossa Terra mais próxima de você. Na nossa dica, te damos duas cidades como referência: Curitiba (PR) e Parauapebas (PA).
Na cidade paranaense acontecerá o
Arenão, com participação e palavra do bispo Cirino Ferro, além de um
louvor que vai jogar todo mundo pra cima. Já no Pará, quem vai fazer a
festa da galera será a banda Melodia Eterna a partir das 19h30. E quem
estiver por lá, vai receber uma palavra poderosa sobre a série de
mensagens A Chama. Não perca, pois a entrada nos Arenas é
gratuita. Para mais informações, entre em contato com o ministério de
sua cidade, todos os telefones e endereços você encontra no nosso site
E hoje e amanhã (20), Bispo Robson
Rodovalho ministra em São José dos Campos, São Paulo, para falar sobre
fé e liderança. O encontro já está marcado e acontecerá às 20h hoje, e a
partir das 14 horas do sábado dia 20. Desta vez, será a vez da Sara
Nossa Terra da região receber o preletor com as palestras Batalha Espiritual e Crescimento das Equipes, Células e Igrejas. Para mais informações ligue no telefone: (12) 3204.7792
Serviço:
Final de semana tem Arena Jovem e palestras do bispo Robson Rodovalho
Evento: Arenão Curitiba
Data: 20 de agosto
Horário: 19h
Local: Sara Nossa Terra Curitiba
Endereço: Avenida Presidente Kenedy 2134 – Água Verde
Evento: Arena Jovem Parauapebas (PA)
Data: 20 de agosto
Horário: 19h30
Endereço: Rua 16, 208 Bairro União – 68515-000 Parauapebas
Evento: Batalha Espiritual
Data: 19.08
Horário: 20h
Evento: Crescimento das Equipes, Células e Igrejas
Data: 20.08
Endereço: Av Andromeda, 3001, Bosque dos Eucaliptos, São José Campos, São Paulo.
Informações: (12) 3204.7792
Fonte: Sara Nossa Terra
Biografia
Cantor Jeosafá lança primeiro CD da carreira pela CGM a convite do pastor Silas Malafaia
Desde muito novo envolvido com a música, Jeosafá Pimentel viu o sonho de uma vida inteira se tornar realidade. No final de 2015, o jovem ministro de louvor recebeu o convite para integrar o cast da Central Gospel Music. Convidado pelo pastor Silas Malafaia, presidente da gravadora, durante um culto em sua igreja em Natal, o adorador só tem motivos para agradecer a Deus pela conquista e recorda como tudo começou.
Aos 7 anos de idade, Jeosafá já observava seus familiares que são músicos e sentia que algo diferente em sua vida direcionava-o para esta área. Mas, foi na adolescência que o adorador entendeu o seu chamado e obedeceu à voz de Deus. “Tenho pais que sempre me ensinaram a melhor maneira de viver, na presença de Deus. Mas resolvi levar a música à sério somente na época da minha adolescência. Um dia, o pastor liberou uma palavra sobre a minha vida, dizendo que Deus tinha um ministério para mim nesta área, mas que eu tinha de me preparar para isso”, lembra.
Após alguns anos de estudo e dedicação, o jovem começou a ministrar o louvor na igreja e logo se interessou por registrar mais esta etapa através de um CD, porém não tinha condições financeiras para realizar o projeto. Na ocasião, um amigo se ofereceu para ajudá-lo a realizar seu sonho. “Deus usou um amigo meu para me abençoar grandemente. Ele se ofereceu para custear toda a gravação do meu álbum, e ali começou uma nova fase em minha vida.”
Aba Pai
Já com o CD nas mãos, Jeosafá teve a grata surpresa de ser convidado para fazer uma parceria com a Central Gospel Music para a distribuição de seu álbum. “Eu estava ministrando louvor na igreja, em Natal, e toda a congregação cantou a música que dá título ao CD, Aba Pai. Em seguida, o pastor Silas começou a contar a história de Nani Azevedo, e, no final, perguntou se eu aceitaria fazer parte da gravadora. Fiquei muito emocionado e feliz em ver a promessa se cumprir naquele momento”, recorda.
Composto de 10 canções autorais, o álbum tem um estilo musical de adoração pop e imprime toda experiência musical de Jeosafá. Dois clipes estão em fase de produção, e um já está sendo finalizado com a canção que dá título ao CD, Aba Pai. Em meio a tanta expectativa, Jeosafá se sente privilegiado e agradecido a Deus pela oportunidade de levar lindas canções a milhares de pessoas. “A expectativa está muito grande em todo esse processo com a Central Gospel Music, por ser algo novo para mim. Deus tem sido muito bom. Fico muito feliz em vera fidelidade do Senhor, o Seu amor e a Sua misericórdia que me acompanha a cada dia”, finaliza.
Fonte: Central Gospel Music

Você foi, por muito tempo, líder do Ipiranga. Agora, você lança seu primeiro disco solo. O conjunto oficialmente encerrou as atividades?
Estamos nesse período fazendo uma transição. Há alguns anos Deus tem nos dirigido a uma mudança da nossa estrutura, para que pudéssemos suprir a necessidade da igreja e não o contrário. Para isso foram necessários muitos ajustes, redução da equipe e estrutura, etc. Dentro disso veio a alteração do nome, algo que relutei por muito tempo, mas obedecemos a voz de Deus e seguimos na essência. Temos a mesma disposição em servir, ministrando também as canções que marcaram nossa caminhada como Ministério Ipiranga e com novas canções proféticas e de adoração para esse novo tempo.
Faz Tudo Novo de Novo é o seu primeiro trabalho pela CanZion. Como se deu a produção deste disco?
Esse CD foi feito em oito meses e tive a honra de ter o Ed Oliver na criação de arranjos e bases e Alan Xavier na produção e mixagem. Tudo feito com muito cuidado e principalmente muita oração para honrar nosso Jesus como ele merece ser adorado.
Você regravou o clássico "O Nosso General é Cristo" neste disco. Por que você escolheu esta canção?
Essa canção, acredito, marcou a vida de milhares de pessoas e atravessou gerações. Como ela sempre fez parte de nosso repertório surgiu o desejo de gravá-la numa nova versão e roupagem.
Qual ou quais músicas você destaca neste trabalho?
Difícil escolher (risos). Mas as que mais tenho ouvido são: Louvor Sem Fim, Nosso General, Fiel, Faz Tudo Novo de Novo e Glórias ao Cordeiro.
Percebe-se influências pop-eletrônicas nas canções mais agitadas e do worship feito lá fora em outras canções. Que músicos e bandas você tem ouvido atualmente?
Ouço muito e retenho o que é bom. Na música internacional tenho sido muito abençoado por Chris Tomlin, Planet Shakers, Israel Houghton e Jimmy Needham.
Seu disco foi lançado simultaneamente em formato físico e nas plataformas digitais. Com relação à internet e o novo perfil do público, como você avalia essas mudanças na sua carreira?
Mudanças extremamente necessárias e positivas. O perfil das pessoas que compram um CD mudou por causa da variedade que existe nas plataformas digitais. A mídia física ainda é necessária, mas precisamos deixar aberto a escolha para que cada ouvinte queira o que lhe for conveniente.
Muitos grupos congregacionais, como o Ipiranga, impulsionaram um movimento de grupos de louvor na última década. E, agora, nos últimos anos, como você enxerga a música congregacional feita no Brasil?
Sinceramente, acredito que estamos passando por uma reestruturação e realinhamento. Multiplicaram-se o número de bandas e muitas sem propósito. E infelizmente para os aproveitadores um negócio milionário onde tentam, de todas as formas, trazer um padrão secular para a música cristã contemporânea. Não podemos deixar o consumismo ditar o que se faz para Deus, sempre foi por causa dEle e deve permanecer assim. Por outro lado surgiu muita gente séria que se juntou a tantos outros adoradores remanescentes com o coração no Reino que tem mudado atmosferas através da adoração que oferecem ao Senhor. Supondo que uma pessoa nunca ouviu a música cristã nacional, e deseja que você recomende para ela artistas que, na sua visão, se destacaram em qualidade e importância na nossa história. Quem você recomendaria?
Desde muito novo envolvido com a música, Jeosafá Pimentel viu o sonho de uma vida inteira se tornar realidade. No final de 2015, o jovem ministro de louvor recebeu o convite para integrar o cast da Central Gospel Music. Convidado pelo pastor Silas Malafaia, presidente da gravadora, durante um culto em sua igreja em Natal, o adorador só tem motivos para agradecer a Deus pela conquista e recorda como tudo começou.
Aos 7 anos de idade, Jeosafá já observava seus familiares que são músicos e sentia que algo diferente em sua vida direcionava-o para esta área. Mas, foi na adolescência que o adorador entendeu o seu chamado e obedeceu à voz de Deus. “Tenho pais que sempre me ensinaram a melhor maneira de viver, na presença de Deus. Mas resolvi levar a música à sério somente na época da minha adolescência. Um dia, o pastor liberou uma palavra sobre a minha vida, dizendo que Deus tinha um ministério para mim nesta área, mas que eu tinha de me preparar para isso”, lembra.
Após alguns anos de estudo e dedicação, o jovem começou a ministrar o louvor na igreja e logo se interessou por registrar mais esta etapa através de um CD, porém não tinha condições financeiras para realizar o projeto. Na ocasião, um amigo se ofereceu para ajudá-lo a realizar seu sonho. “Deus usou um amigo meu para me abençoar grandemente. Ele se ofereceu para custear toda a gravação do meu álbum, e ali começou uma nova fase em minha vida.”
Aba Pai
Já com o CD nas mãos, Jeosafá teve a grata surpresa de ser convidado para fazer uma parceria com a Central Gospel Music para a distribuição de seu álbum. “Eu estava ministrando louvor na igreja, em Natal, e toda a congregação cantou a música que dá título ao CD, Aba Pai. Em seguida, o pastor Silas começou a contar a história de Nani Azevedo, e, no final, perguntou se eu aceitaria fazer parte da gravadora. Fiquei muito emocionado e feliz em ver a promessa se cumprir naquele momento”, recorda.
Composto de 10 canções autorais, o álbum tem um estilo musical de adoração pop e imprime toda experiência musical de Jeosafá. Dois clipes estão em fase de produção, e um já está sendo finalizado com a canção que dá título ao CD, Aba Pai. Em meio a tanta expectativa, Jeosafá se sente privilegiado e agradecido a Deus pela oportunidade de levar lindas canções a milhares de pessoas. “A expectativa está muito grande em todo esse processo com a Central Gospel Music, por ser algo novo para mim. Deus tem sido muito bom. Fico muito feliz em vera fidelidade do Senhor, o Seu amor e a Sua misericórdia que me acompanha a cada dia”, finaliza.
Fonte: Central Gospel Music
Entrevista - Confira nosso bate papo com o cantor Peter Quintino, ex-Ipiranga
Posted: 17 Aug 2016 08:00 PM PDT
Peter Quintino, por muito tempo, esteve à frente de um dos conjuntos
congregacionais mais notórios da década de 2000, o Ipiranga. Hoje, em
carreira solo, Quintino dá continuidade em seu trabalho como artista
solo e lançou, pela CanZion, o álbum Faz Tudo Novo de Novo. Em
entrevista ao Super Gospel, o intérprete fala sobre a nova fase e planos
para o ano de 2016.
Você foi, por muito tempo, líder do Ipiranga. Agora, você lança seu primeiro disco solo. O conjunto oficialmente encerrou as atividades?
Estamos nesse período fazendo uma transição. Há alguns anos Deus tem nos dirigido a uma mudança da nossa estrutura, para que pudéssemos suprir a necessidade da igreja e não o contrário. Para isso foram necessários muitos ajustes, redução da equipe e estrutura, etc. Dentro disso veio a alteração do nome, algo que relutei por muito tempo, mas obedecemos a voz de Deus e seguimos na essência. Temos a mesma disposição em servir, ministrando também as canções que marcaram nossa caminhada como Ministério Ipiranga e com novas canções proféticas e de adoração para esse novo tempo.
Faz Tudo Novo de Novo é o seu primeiro trabalho pela CanZion. Como se deu a produção deste disco?
Esse CD foi feito em oito meses e tive a honra de ter o Ed Oliver na criação de arranjos e bases e Alan Xavier na produção e mixagem. Tudo feito com muito cuidado e principalmente muita oração para honrar nosso Jesus como ele merece ser adorado.
Você regravou o clássico "O Nosso General é Cristo" neste disco. Por que você escolheu esta canção?
Essa canção, acredito, marcou a vida de milhares de pessoas e atravessou gerações. Como ela sempre fez parte de nosso repertório surgiu o desejo de gravá-la numa nova versão e roupagem.
Qual ou quais músicas você destaca neste trabalho?
Difícil escolher (risos). Mas as que mais tenho ouvido são: Louvor Sem Fim, Nosso General, Fiel, Faz Tudo Novo de Novo e Glórias ao Cordeiro.
Percebe-se influências pop-eletrônicas nas canções mais agitadas e do worship feito lá fora em outras canções. Que músicos e bandas você tem ouvido atualmente?
Ouço muito e retenho o que é bom. Na música internacional tenho sido muito abençoado por Chris Tomlin, Planet Shakers, Israel Houghton e Jimmy Needham.
Seu disco foi lançado simultaneamente em formato físico e nas plataformas digitais. Com relação à internet e o novo perfil do público, como você avalia essas mudanças na sua carreira?
Mudanças extremamente necessárias e positivas. O perfil das pessoas que compram um CD mudou por causa da variedade que existe nas plataformas digitais. A mídia física ainda é necessária, mas precisamos deixar aberto a escolha para que cada ouvinte queira o que lhe for conveniente.
Muitos grupos congregacionais, como o Ipiranga, impulsionaram um movimento de grupos de louvor na última década. E, agora, nos últimos anos, como você enxerga a música congregacional feita no Brasil?
Sinceramente, acredito que estamos passando por uma reestruturação e realinhamento. Multiplicaram-se o número de bandas e muitas sem propósito. E infelizmente para os aproveitadores um negócio milionário onde tentam, de todas as formas, trazer um padrão secular para a música cristã contemporânea. Não podemos deixar o consumismo ditar o que se faz para Deus, sempre foi por causa dEle e deve permanecer assim. Por outro lado surgiu muita gente séria que se juntou a tantos outros adoradores remanescentes com o coração no Reino que tem mudado atmosferas através da adoração que oferecem ao Senhor. Supondo que uma pessoa nunca ouviu a música cristã nacional, e deseja que você recomende para ela artistas que, na sua visão, se destacaram em qualidade e importância na nossa história. Quem você recomendaria?
São tantos! Dos mais antigos, destacaria o Vencedores por Cristo,
Rebanhão, João Alexandre, Grupo Logos, Adhemar de Campos, Resgate, Actos
2, e por aí vai. Da minha geração, recomendaria Fernandinho, Trazendo a
Arca, Nívea Soares, Os Arrais, Pregador Luo, Paulo César Baruk, Juliano
Son, entre outros.
Fonte: Super Gospel