11/11/2016

Levantamento revela que apenas 37% dos cristãos praticantes têm contato com a Bíblia diariamente
Fonte: internet
Apesar de continuar sendo o livro mais
impresso e vendido no mundo, menos da metade dos cristãos praticantes
passam tempo envolvidos com a Bíblia, afirma a American Bible Society
(ABS). Foram feitas entrevistas, por amostragem, de mil pessoas adultas,
de ambos os sexos e diversas faixas etárias e de renda.
Em uma conferência do Movement Day
Global Cities, no início do mês, Samuel Harrell, diretor do Projeto
Ignição, ligado à ABS, apresentou dados de um levantamento feito pelo
Instituto de Pesquisas Barna Group ao longo de seis anos.
O material, que fala sobre como os
cristãos lidam com a Bíblia, mostra que apenas 18% da população – com 18
anos ou mais – ler a Bíblia diariamente. Dentro desse grupo, os que
afirmam ser cristãos praticantes, apenas 37% têm contato com as
Escrituras diariamente – fora dos horários de culto.
“Temos a honra de caminhar por vários
anos com o Barna Group analisando o estado da Bíblia na América. Eu sei
que todos estamos sentindo os ventos de mudança e as tendências que
estão nos afetando, então você provavelmente já conversou com as pessoas
sobre a maneira como elas veem a Bíblia em nossa cultura atualmente”,
explicou Harrell. Os índices são semelhantes a outro estudo sobre o
assunto divulgado em 2012.
Fergus Macdonald, do Centro para o
Envolvimento com as Escritura, sediado na Universidade Taylor, explicou:
“É o Espírito Santo que permite que o texto fale por si mesmo, quando o
texto fala é a voz de Deus Pai que foi ouvida. É Jesus Cristo que,
através do texto, faz uma reivindicação única sobre quem lê e quem
ouve”.
De acordo com Harrell, o estudo
encomendado pela ABS mostrou que apenas 38% dos americanos se
consideravam “amigos da Bíblia”. Entre aqueles que afirmaram ler a
Bíblia seguidamente, 14% são homens e 22% são mulheres.
Quando divididos por idade, nota-se que
os mais novos, (abaixo de 31 anos) estão menos envolvidos, representando
apenas 12% dos leitores da Bíblia. Por outro lado, entre os adultos
mais velhos o índice mais que dobra, chegando a 26%. Harrell acredita
que os que pertencem à geração atual provavelmente se aproximarão mais
de suas Bíblias quando verem o impacto do livro sagrado nas vidas de
outras pessoas.
Por outro lado, no levantamento de 2016,
77% dos católicos praticantes e 84% dos evangélicos praticantes
expressaram o desejo de ler mais a Bíblia. Curiosamente, apenas 45% do
total geral acredita que a Bíblia oferece “tudo que uma pessoa precisa
para viver uma vida plena”. Eram 53% em 2011.
De acordo com o Christian Post, a
porcentagem de entrevistados que vêm a Bíblia como “um livro de
ensinamentos escritos por homens” aumentou de 10% para 22% nos últimos
seis anos. Neste mesmo período, a porcentagem dos que acreditam que a
Bíblia é “literatura sagrada” caiu de 86% para 80%. Onze por cento
consideram o Alcorão igualmente “sagrado”.
Alexandrepfilho Via Sara Nossa Terra
Fonte: gospleprime.com.br
Idosa de 94 anos é batizada nas águas e diz: “Nunca é tarde demais para conhecer Jesus”
“Nunca é tarde demais para aceitar Jesus”. Essa observação foi feita
por Ophelia White, uma nova convertida de 94 anos de idade, que
recentemente foi batizada na Igreja Batista Cook, em Ruston, Louisiana.
Segundo informações do site The Baptist Message, quando
Ophelia entrou excitadamente nas águas batismais, disse a seus amigos
que observavam a celebração: “Quero que as pessoas saibam que nunca é
tarde demais [para ser cristão]”.
Durante décadas, Ophelia acreditava que já tinha um
relacionamento com Cristo. No entanto, sua companheira de quarto, Joy
Campbell, descobriu mais tarde que White ainda não era uma cristã, uma
vez que ela não tinha sido batizada ainda. Depois que Campbell conversou
com White sobre assuntos espirituais, White percebeu que ela precisava
aceitar formalmente Cristo como seu Senhor e Salvador.
“É inspirador para as pessoas, especialmente para adultos idosos,
saber que Deus ainda está tocando os corações mesmo em sua velhice”,
disse Todd Free, pastor de discipulado da igreja. “Há muitos outros como
a dona Ophelia, que passaram toda a sua vida pensando que conheciam
Cristo, mas entenderam mais tarde sua necessidade por Ele”, acrescentou.
“Eu estou orando para que tenhamos outros na nossa congregação, com
uma história semelhante, e tenham a coragem de fazer como dona Ophelia.
Nós vemos seu testemunho como um presente de Deus para a nossa igreja e
somos gratos. Ele nos permitiu fazer parte disto”, celebrou o pastor.
Joy Campbell disse que refletiu sobre seu falecido marido, Henry, com
quem ela tinha sido casada por 34 anos, enquanto evangelizava a colega.
Durante seu tempo juntos, Henry foi um diácono na igreja, mas admitiu
que não tinha feito uma profissão de fé. Aos 64 anos, ele aceitou Jesus
como seu Senhor e Salvador. “Fiquei surpresa que ele não era um cristão
[batizado] já que ele estava servindo na igreja por tanto tempo. Nós,
como cristãos, precisamos perceber que alguns dos nossos estão ativos no
serviço, mas não conhecem Jesus [formalmente]”.
A idosa disse que o que aconteceu com seu falecido marido e sua
amiga, Ophelia, é um lembrete de que “nunca é tarde demais para se
tornar um cristão e que você nunca deve desistir de uma pessoa, [pois]
leva tempo, muito tempo”, concluiu.
Fonte: Notícias Gospel
Não usar o nome de Deus em vão é um princípio do produtor Omar Butcher, que trabalhava na maior emissora de TV do planeta, a CNN, e foi demitido depois que pediu aos colegas de trabalho que parassem de usar “linguagens profanas”.
Um dos termos que seus colegas da filial de Atlanta, no estado da Geórgia (EUA), usavam e mais o incomodava era “God damn“, uma expressão idiomática que se assemelha a “maldição” ou “que droga”, em português. Como no inglês a palavra “damn” significa maldição, Omar se incomodava quando a ouvia precedida pela palavra “God“, que significa Deus.
Quando Omar se queixou com os colegas, inclusive enviando
um e-mail a uma das apresentadoras da emissora com sua crítica, ele
passou a ser ridicularizado e provocado, já que ao invés de parar de
usarem esse termo, os colegas fizeram o contrário: quando ele estava
próximo, falavam mais ainda.
Em julho de 2015, após o desgaste causado por sua postura, ele foi demitido. Agora, em outubro de 2016, ele resolveu processar a CNN e sua história foi revelada pelo portal Daily Mail. No processo, ele afirma que foi discriminado por ser um afro-americano e um cristão devoto.
Ao longo de cinco anos em que trabalhou na CNN, Omar Butcher afirma que sempre foi elogiado por seus superiores pela qualidade de seu serviço e pelos resultados alcançados, mas todas as vezes em que pleiteou uma promoção, foi preterido por algum colega branco, muitas vezes com menor experiência ou resultados inferiores aos seus.
Segundo os autos do processo, em 2011, outro produtor – branco e com menos capacitação – foi promovido ao cargo que Omar já vinha requerendo. Em resposta, a CNN diz que ele “nem sequer foi entrevistado para aquela posição”, negando que ele tenha sofrido preconceito racial.
No entanto, Omar sustenta que foi vítima de racismo pois em outro momento, uma vaga que ele também tentou conquistar foi entregue a um dos estagiários que eram supervisionados por ele, mesmo com os elogios recorrentes ao seu desempenho.
Eyshila participa do Programa Raul Gil
Neste
próximo sábado (12) irá ao ar a participação especial da cantora Eyshila no
Programa Raul Gil, no SBT. Essa foi mais uma oportunidade da adoradora ser
canal de bênção na vida das pessoas com seu testemunho de vida. Não perca
a chance de ser abençoado e conhecer mais detalhes sobre seu novo álbum, O
Milagre Sou Eu, além de ser ministrado pela canção título do CD, que é o seu
terceiro projeto pela Central Gospel Music.
O Programa
Raul Gil vai ao ar sábado (12) a partir das 14h30. Imperdível!
Fonte: Central Gospel Music
Produtor cristão pede a colegas de trabalho que não usem o nome de Deus em vão e é demitido
Não usar o nome de Deus em vão é um princípio do produtor Omar Butcher, que trabalhava na maior emissora de TV do planeta, a CNN, e foi demitido depois que pediu aos colegas de trabalho que parassem de usar “linguagens profanas”.
Um dos termos que seus colegas da filial de Atlanta, no estado da Geórgia (EUA), usavam e mais o incomodava era “God damn“, uma expressão idiomática que se assemelha a “maldição” ou “que droga”, em português. Como no inglês a palavra “damn” significa maldição, Omar se incomodava quando a ouvia precedida pela palavra “God“, que significa Deus.
Em julho de 2015, após o desgaste causado por sua postura, ele foi demitido. Agora, em outubro de 2016, ele resolveu processar a CNN e sua história foi revelada pelo portal Daily Mail. No processo, ele afirma que foi discriminado por ser um afro-americano e um cristão devoto.
Ao longo de cinco anos em que trabalhou na CNN, Omar Butcher afirma que sempre foi elogiado por seus superiores pela qualidade de seu serviço e pelos resultados alcançados, mas todas as vezes em que pleiteou uma promoção, foi preterido por algum colega branco, muitas vezes com menor experiência ou resultados inferiores aos seus.
Segundo os autos do processo, em 2011, outro produtor – branco e com menos capacitação – foi promovido ao cargo que Omar já vinha requerendo. Em resposta, a CNN diz que ele “nem sequer foi entrevistado para aquela posição”, negando que ele tenha sofrido preconceito racial.
No entanto, Omar sustenta que foi vítima de racismo pois em outro momento, uma vaga que ele também tentou conquistar foi entregue a um dos estagiários que eram supervisionados por ele, mesmo com os elogios recorrentes ao seu desempenho.
O processo que ele move acusa a CNN de discriminação racial e
religiosa, e pede indenização e reintegração de sua posição anterior,
além do pagamento compensatório por salários do período afastado e
benefícios.
Fonte: Notícias Gospel

